Meio&Mensagem

Tecnológico e multicanal

Setor educacional avalia como aplicar, nos próximos anos, as lições negativas e positivas da pandemia, como a digitalização, a personalização do ensino e a quebra de tabus relativos ao EaD

Valeria Contado

Tanto é um dos grandes aceleradores de desenvolvimento — portanto, leia-se também de crescimento — de um país, que a Educação, é um dos quesitos fundamentais de avaliação para o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

E apesar de ser um setor que já vinha passando por mudanças profundas, em decorrência do surgimento de novas tecnologias e de sua aplicação em diferentes métodos de ensino, também na educação a pandemia acelerou o processo de transformação digital. Tanto por parte do poder público — embora em 2020 o Ministério da Educação tenha fechado o ano com menor orçamento em caixa, desde 2011, totalizando investimento de R$ 143,3 bilhões destinados à educação — quanto, principalmente, por parte das instituições privadas de ensino, que competem para atrair e manter a atenção dos estudantes e a confiança de seus pais, que arcam com os custos do ensino particular (ainda que, em nível universitário, o Brasil tenha um volume significativo de jovens que trabalham e bancam os próprios estudos).

Os próximos passos para o setor incluem entender como lidar com essa herança pandêmica seja em questões da adoção de novas tecnologias, recursos e equipamentos, o que exigiu uma evolução tanto de alunos quanto de professores e gestores das instituições de ensino, seja com o prejuízo que muitos estudantes, em especial os da rede pública, sofreram com o afastamento forçado da escola. Pesquisa realizada pelo Datafolha mostra que há desafios nas duas esferas — pública e privada — a serem enfrentados. Após entrevista com 1.670 de estudantes ou responsáveis, entre os dias 30 de novembro e 9 de dezembro de 2020, o instituto revelou que o Brasil registrou 16,3% de evasão escolar. Desse número, na educação básica — ensino fundamental e médio — o índice de desistência de estudantes de escolas públicas chegou a 80%, enquanto no ensino superior o maior índice veio de instituições privadas (70%). Globo e Fundação Roberto Marinho, junto com a Aliança pela Educação, chegaram a fazer campanha contra a evasão escolar, com filme em que cantam Lexa e Carlinhos Brown, trazendo a mensagem “Não abandone seu futuro”.

Nesse contexto, as questões de tecnologia e conectividade, passam a ser pauta crucial para as instituições de ensino. Se por um lado, o digital democratizou o acesso a muitos conteúdos, como cursos de extensão ou no âmbito dos aprendizados corporativos, uma parte considerável da população ainda sofre com problemas de conexão. Para Daniel Pedrino, presidente da faculdade Descomplica — plataforma de estudo online que tem vertentes de graduação e pós-graduação de ensino superior e pretende atingir um milhão de alunos universitários, em cinco anos — existe um gap quando se fala em acessibilidade. “O custo da tecnologia e de acesso à internet é alto e acaba sendo um prejudicador para que o ensino avance. No entanto, vejo isso como um caminho sem volta. A nossa maior barreira hoje é levar conectividade a alguns alunos”, avalia.

Descomplica espera atingir um milhão de alunos em cinco anos, mas acessibilidade ainda é gap

Por isso, para a Vivo — parceira da Escola de Tecnologia 42 São Paulo, que segue os moldes de ensino colaborativo — a educação é um dos principais tópicos a serem debatidos. A marca entende que é apenas por meio da educação que se pode construir uma sociedade mais igualitária e produtiva. Americo Mattar, que foi professor, e hoje é diretor presidente da Fundação Telefônica Vivo, enfatiza que uma sociedade com uma educação de base consistente forma melhores profissionais para ocupar vagas futuras e diminuir desigualdades. “Escolhemos nos aproximar da educação, pois entendemos que se você não criar um sistema educacional robusto, primeiro não teremos quadros para ocupar as vagas, e em segundo lugar, a sociedade não se desenvolve e restringe as oportunidades das pessoas, e você condena uma camada da população à miséria”, avalia.

Além do apoio à Escola de Tecnologia 42, a Fundação, que atua há 22 anos no País, tem projetos próprios na área. Os principais são o Escolas Conectadas, plataforma que desde 2015 promove a inclusão de educadores na cultura digital e o desenvolvimento de habilidades do século 21 pelos alunos, por meio de metodologias inovadoras de ensino — hoje, são 40 cursos gratuitos, mediados e autoformativos, com diferentes cargas horárias; a rede Escola Digital, com mais de 30 mil recursos digitais voltados a estudantes, pais e professores, sobre diferentes assuntos, apresentados de forma mais atraente e contemporânea, e que podem ser acessados por computadores, celulares ou tablets; e o Pense Grande.org, portal de empreendedorismo social, que disponibiliza a metodologia Pense Grande, um material completo com conceitos, dicas e exercícios, em que educadores e estudantes têm à disposição conteúdos de empreendedorismo social alinhados ao novo ensino médio, e podem se aprofundar em temas como Projeto de Vida, uso de tecnologia e desenvolvimento de projetos.

Tecnologia a favor da educação

O processo de digitalização do ensino, que era incipiente, teve que acontecer da maneira mais rápida possível, após a pandemia. Segundo David Kállas, coordenador dos cursos de pós-graduação do Insper, o instituto teve que treinar e orientar 300 funcionários em cinco dias úteis, para garantir a continuidade dos cursos.

Embora o distanciamento social tenha pego muitas instituições desprevenidas, a mudança forçada, por outro lado, serviu para quebrar alguns preconceitos e tabus estabelecidos em relação ao ensino a distância. E a digitalização repentina fez com que as instituições comprovassem que esse movimento de ensino online tende a se consolidar cada vez mais no cenário brasileiro nos próximos anos.

Acostumado ao presencial, Insper fez virada para o digital em tempo recorde, na pandemia

Segundo Leonardo Queiroz, vice-presidente de crescimento da Kroton — dona das marcas Ampli, Anhanguera, Unopar, Pitágoras, Unic, Uniderp, Fama e Unime, que têm mais de 829 mil alunos e no segundo trimestre de 2021 registrou aumento de 12,4% na participação de alunos digitais na base — a pandemia foi um catalizador de algo que já estava em curso. “Há uma maior aceitação dos alunos ao modelo digital, cuja proposta de valor em termos de qualidade, conveniência e custo fica cada vez mais clara”. Dados revelados no final de 2020 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por meio do Censo de Educação Superior, apontam que o crescimento do EaD chegou a 4,7 vezes nos últimos dez anos.

Leonardo não especifica quão menor, em média, é o preço de um curso EaD em relação ao presencial, mas destaca que dos 5.568 municípios brasileiros, as instituições de ensino estão presencialmente em apenas cerca de 1.000 deles. “Portanto, podemos considerar que 4,5 mil cidades brasileiras ficam desassistidas sob esse aspecto, o que evidencia a importância de ampliar a oferta EaD no território brasileiro”, argumenta. Para ele, o EaD permite que o mesmo conteúdo e educação de qualidade ao qual uma pessoa residente de uma grande capital pode ter, também esteja disponível a uma outra que viva em um pequeno município nos extremos do País.

Assim, a expectativa é que o ambiente digital continue a crescer mesmo em um cenário pós-pandemia, já que as instituições conseguiram entender como oferecer uma experiência melhor para o aluno, usando os recursos que são cabíveis, e levando em consideração a demanda de cada curso. “Essas experiências podem, sim, trazer ganhos perenes, abrindo novas linhas de desenvolvimento”, comenta Cláudia Romano, vice-presidente de Relações Institucionais, Sustentabilidade e Comunicação da Estácio, rede que possui 90 campi e 1.500 polos de EaD, distribuídos por 25 estados e no Distrito Federal, atendendo mais de 700 mil alunos. Para ela, atualmente é possível oferecer conteúdo de alta qualidade, de um modo direcionado ao ambiente digital, contando com a flexibilidade e conforto que o EaD permite.

Trabalhar o ensino a distância no futuro pós pandemia é uma das tendências que aparecem como as mais cotadas, já que o processo e os pré-conceitos a respeito da modalidade foram quebrados durante o período de crise. Tanto as instituições, quanto alunos viram que esse é um modelo que pode funcionar, e que traz uma comodidade que pode ser usada, variando conforme o perfil do aluno. “O ensino digital, não significa que é um ensino a distância. O que junta o aprendizado digital é a sociabilização”, comenta Pedrino.

As barreiras geográficas também deixam de existir nesse contexto. Uma sala, atualmente, pode contar com alunos das mais variadas localizações, e até mesmo de fora do Brasil. E é uma questão que interferiu, inclusive, nas ações de marketing de algumas instituições. Wilson Diniz, diretor de marketing da Cruzeiro do Sul Educacional, conta que, para continuar com a tradição de levar os alunos para as feiras de estudante e tours houve um investimento em eventos online, com palestras, e salas virtuais com os coordenadores de curso, além de um aplicativo para que futuros ingressantes conseguissem conhecer os campi.

Mesmo com a gradual retomada dos eventos presenciais, o diretor entende que os dois modelos podem continuar em vigor, ajudando cada vez mais alunos — ultrapassando barreiras geográficas — a conhecer a universidade e receber informações. “Pode continuar sendo usado no futuro. Nenhum modelo mata o outro, os dois podem conviver”, completa.

De um modo geral, a imersão no universo a distância permitiu mais debates sobre a capilaridade dessa modalidade. O processo de digitalização durante o tempo de distanciamento social abriu um diálogo a respeito de como levar as tecnologias para a sala de aula também na educação de base, uma vez que as poucas opções até então nesse formato eram mais direcionadas ao ensino superior e cursos de viés corporativo. As ferramentas passaram a fazer parte do cotidiano de jovens do ensino fundamental e médio e recursos como Teams e Classroom poderão continuar sendo aproveitados no futuro. “A educação de base, especialmente para crianças, tem suas especificidades. Entendemos que a tecnologia digital foi um tremendo suporte nesse período, e acredito que as escolas irão dedicar atenção especial ao tema a partir de agora”, avalia Cláudia Romano, da Estácio.

Atualmente, as escolas ainda estão em fase de transição para essa nova realidade, e daí a importância de entender esse processo e o que é assimilado, para avaliar o que deve ficar no futuro próximo do setor. Guilherme Rodrigues Alves, fundador da Explore Aprendizagem Criativa comenta que ferramentas como bibliotecas virtuais, ou para a realização de atividades devem permanecer no repertório dos professores. Para o executivo, essas ferramentas auxiliam na educação de base dando mais autonomia aos estudantes, e ajudando no engajamento com a escola e seus conteúdos. “Trazer atividades que engajam, vai aos poucos desenvolvendo em crianças o interesse em conhecimento”, avalia Guilherme.

Esse é o propósito da Explore, aliás, que utiliza ferramentas inovadoras para envolver estudantes de seis a 14 anos, em trilhas de aprendizagem transdisciplinares em Arte, Corpo e Tecnologia, com o objetivo de desenvolver nessas crianças as competências que considera essenciais para o século 21, como autonomia, criatividade, empatia e pensamento crítico. A metodologia da Explore inclusive foi adotada pela rede Yázigi, da Pearson Education, como o primeiro programa after school bilíngue do Brasil.

Omnilearning e empoderamento do aluno

Daniel Castanho, presidente do conselho administrativo da Ânima Educação, define o futuro do setor como um canal omnilearning. O executivo faz uma referência ao sistema de consumo cada vez mais omnichannel aplicado por marcas de diferentes segmentos. Segundo ele, não deve existir mais uma pulverização dos canais de ensino e estudar deve ser cada vez mais personalizado e fluido, mas com opções interconectadas. “O futuro da educação vai ser síncrono e assíncrono: Interação, discussão e provocação, com todos falando versus gravado, editado, é o cinema das aulas. Hoje ainda estamos nesse formato”, explica.

Para os novos passos do setor educacional, o maior desafio será entender como aplicar o que deve ser mais expressivo no presencial e o que deve ser voltado ao digital. A hibridez já é um caminho que toma rumos fortes no futuro do sistema brasileiro. Nesse sentido, entra como papel das instituições oferecer aos alunos a melhor forma de adequar os estudos a sua realidade, seja ela financeira, de horário, de localização ou até mesmo de conteúdo. “Modelos de aprendizado, gamificação, engajamento da educação a distância, já estavam ocorrendo na educação”, comenta Wilson Diniz, da Cruzeiro do Sul.

Campus da Universidade São Judas na Mooca, que pertence ao Ânima, dono de 18 instituições

E essa personalização do ensino, cada vez mais proeminente, foi facilitada pelo desenvolvimento do ensino digital, já que toda a navegação do estudante gera para a universidade um banco de dados. Com isso, a jornada de consumo de cada aluno pode ser avaliada pela instituição, que poderá oferecer diferentes cestas de aprendizado, com cursos de extensão, ou até mesmo mentorias para um auxílio individual do aluno.

Esse estudo pode, inclusive, se aplicar na educação de base. No entanto, para fomentar essa base de ensino híbrido também é preciso investir no treinamento dos professores, e ir além de apenas conectar as escolas. A intenção, nesse caso, é usar o ambiente digital para criar o diálogo na sala de aula, ultrapassando os limites de apenas ter que decorar uma matéria, e desenvolver o senso crítico, que é uma das palavras que mais aparecem quando se fala em futuro da educação. “Você pode transformar a escola em espaços híbridos. O aluno tem uma aula presencial e pode retornar no contraturno para realizar as atividades virtuais por si próprio”, avalia Americo Mattar, da Vivo.

Já no âmbito da personalização, Caio Bianchi, gerente de educação continuada da ESPM, define esse movimento em quatro frentes. A primeira passa pela personalização de conteúdo, pois os estudantes querem escolher quais são os materiais mais interessantes para eles nessa jornada educacional, de acordo com seu propósito. A segunda, reflete a duração dos cursos. “Diferentes profissionais demandam formações em velocidades diferentes. Depende de uma série de características. As escolas precisam ser capazes de oferecer alternativas e permitir que o estudante escolha”, avalia Bianchi.

Laboratório de uma das unidades Anhanguera, da Kroton, grupo que no segundo trimestre viu aumentar em 12,4% sua base de alunos digitais

Na terceira frente, o preço é um fator importante na decisão de um ingressante, e se conecta diretamente com a quarta frente: a modalidade. Geralmente, cursos realizados a distância são mais baratos e oferecem uma comodidade maior. Essa questão varia de acordo com a persona que o ingressante representa dentro do ecossistema da instituição.

Todos esses movimentos fazem com que os alunos tenham cada vez mais poder de escolha dentro do cenário educacional. Uma vez que o sistema de ensino passa a não ser mais unilateral — assim como a comunicação — e se abre uma conversa direta com o consumidor final, algumas instituições se mexem para formarem cada vez mais nichos para atender as demandas necessárias.

O grupo Ânima Educação é um dos maiores investidores em consolidação de marcas e no primeiro semestre afirma ter investido R$ 43,6 milhões em marketing e registrado lucro líquido ajustado de R$ 75,1 milhões (31,7% maior que o período equivalente em 2020). Recentemente, o ecossistema consolidou a compra das marcas pertencentes ao grupo Laureate, que saiu do cenário de educação no Brasil. A agora detentora de 18 instituições de ensino, incluindo a HSM, enxerga essa variedade de nichos como uma forma de potencializar esse empoderamento dos alunos, e de oferecer recursos. “A educação vai ser integrada, omni, permeável. Temos que entender que o conteúdo é o meio”, explica Daniel Castanho.

Nesse contexto entra o empoderamento do estudante que faz com que o ensino e o consumo de conteúdo sejam elevados a níveis diferentes do proposto no passado, e exige que as instituições tenham adaptem, de maneira que consigam levar o conteúdo de forma mais envolvente ao aluno. Pensando nisso, por exemplo, a HSM lançou a Learning Village, um hub de inovação e tecnologia com foco em desenvolvimento e educação. O intuito da instituição é conectar alunos, startups, empresas e outros players por meio da iniciativa. A empresa anunciou, ainda, investimento na Gama Academy, plataforma digital para formação de habilidades em tecnologia.

Essa também é uma das preocupações do Descomplica. Com um DNA totalmente voltado ao campo digital, a empresa teve que reinventar seus profissionais para deixar as aulas mais atrativas. Daniel Pedrino conta que no casting de profissionais, a entidade conta com aulas de improviso para os professores, a fim de deixar as aulas mais dinâmicas. “Meu indicador de qualidade é olhar quantos alunos meus tinham que ter dado play no vídeo hoje e por que não deram”, comenta.

Educação para os negócios

A volatilidade dos conteúdos do ensino, cada vez mais, é algo que preocupa empresas e funcionários. Com o desenvolvimento de novos recursos tecnológicos, algumas áreas acabam sofrendo apagões de talentos, devido à falta de atualização curricular. Um sistema de ensino fechado já não atinge mais a grande parcela das empresas que precisam contratar. Nesse cenário, instituições de ensino corporativo e de pós-graduação buscam se estabelecer como pontos de segurança para as empresas e o life long learning se torna um assunto mais forte nas pautas de negócios educacionais, ou seja, como promover essa educação contínua para pessoas que já estão no mercado. O ensino corporativo movimenta muito dinheiro no mundo todo, e isso reflete a preocupação das empresas. Em 2020, por exemplo, a HSM registrou um crescimento de 57% em sua base de estudantes. Em 2021, a instituição já cresceu 30% apenas no primeiro semestre, em relação ao ano anterior. “Começamos a mostrar às empresas que já tínhamos um mercado digital, e fomos incorporando novas tecnologias”, avalia Reynaldo Gama, CEO da HSM e co-CEO do SingularityU Brazil.

Muitas pessoas aproveitaram o período em home office, e a disponibilidade de ferramentas tecnológicas para investir na carreira, seja em cursos mais técnicos, voltados diretamente ao trabalho, ou em habilidades soft skills. Para David Kállas, do Insper, as empresas também aproveitaram esse momento. “Principalmente empresas que têm muitos escritórios e custos de deslocamento aproveitaram para economizar por um lado e investir em conhecimento por outro”, comenta. Por outro lado, a pandemia possibilitou um vislumbre de que os meios acadêmicos voltados à educação corporativa também podem trilhar o caminho da hibridez de ensino e da personalização, variando de acordo com a habilidade que se fizer necessária. Isso faz com que as universidades abram mais os horizontes a novas ferramentas, caso da ESPM, com o Dynamic. “Todo esse contexto faz com que o futuro da educação, e o futuro da educação corporativa seja muito mais complexo, do que é hoje”, avalia Caio Bianchi. Ele entende que a criação de trilhas para o ensino é o futuro da educação, referindo-se ao “processo de educação modular, a educação cumulativa, que você vai juntando módulos para atingir formações mais robustas”, pontua.

 

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