Saúde, capítulo 4.0

Num setor complexo e duramente regulamentado, tecnologias cognitivas, AI, data analytics e conveniência digital catapultam healthtechs, que enfrentam o desafio de captar investimentos e democratizar acesso às soluções

Por Débora Yuri

Laura tinha 18 dias de vida e Cida, 50 anos. A recém-nascida sofreu um choque séptico em UTI de Curitiba. A auxiliar de serviços gerais enfrentava um câncer de colo do útero com metástase no pulmão e no ovário, no interior de Minas Gerais.

Laura e Cida não resistiram, mas inspiraram a criação de produtos, serviços e tecnologias que estão fazendo o setor de saúde evoluir. Elas motivaram a fundação de duas das mais de mil healthtechs que compõem o ecossistema brasileiro de inovação. O País encerrou 2021 com 1.002 startups da área, segundo estudo da rede de pesquisas Distrito. Em dezembro de 2020, eram 645, o que significa um crescimento de 55,35% em 12 meses.

Enquanto o Brasil acompanhava, em 2021, o recorde de investimentos em startups de saúde — cerca de US$ 530,6 milhões, mais que o quádruplo em relação a 2020, quando o mercado movimentou US$ 127,8 milhões —, a Laura seguia sua rotina: desenvolvia novas ferramentas para a indústria médica, ganhava prêmios de inovação e ajudava a salvar vidas. Criadora da Robô Laura, sistema baseado em dados e inteligência artificial que identifica precocemente riscos de infecção hospitalar e deterioração clínica, a empresa de Curitiba já levou seu produto carro-chefe a 60 instituições de saúde, incluindo dois hospitais públicos de Lima, no Peru.

Dotada de machine learning e tecnologia cognitiva, que permite a máquina simular o raciocínio humano, a robô apelidada Laura tem ajudado a reduzir a mortalidade hospitalar em até 30%. Ela rastreia prontuários eletrônicos, monitora informações clínicas, analisa quase 100 variáveis e emite alertas para a equipe assistencial quando antevê perigo.

Sim, seu nome é uma homenagem à bebê citada no início deste texto, filha do empreendedor Jacson Fressatto, um dos fundadores da startup com o médico infectologista Hugo Morales e o cientista da computação Cristian Rocha, que tem mestrado em inteligência artificial e visão computacional. Para Cristian, CEO da Laura, o setor é particularmente desafiador pela sua própria natureza. “Ele impõe uma série de barreiras às inovações. As regulamentações são muitas, e você precisa de validações científicas para não colocar nenhuma vida em risco”, explica.

Com investimento constante em pesquisas e teste de novas tecnologias em tempo real, a startup foi incluída na lista das cinco empresas do mundo com os melhores projetos de AI para a indústria da saúde, organizada por instituições de prestígio como as universidades Harvard e Johns Hopkins.

 

Fonte: Distrito Health Report

Inteligência artificial é justamente uma das verticais que mais tem avançado com a explosão global das healthtechs, provocada pela pandemia. No ano passado, o mais forte da história para o segmento, as startups nacionais que trabalham com essa tecnologia receberam US$ 41 milhões em investimentos. Existem 62 delas no País, mostrou estudo do Distrito.

Em relação às categorias com o maior número de players, segundo boletim divulgado em julho deste ano pelo instituto de pesquisas, gestão e PEP (prontuário eletrônico do paciente) respondem por praticamente três em cada 10 empresas (28,51%). Acesso à saúde (12,45%) e telemedicina (11,95%) completam o pódio. Na sequência, aparecem dispositivos médicos (6,53%), diagnóstico (6,53%), AI & big data (6,53%) e fitness & bem-estar (6,22%).

Monitoramento a distância

Plataforma que conecta pacientes oncológicos, equipes assistenciais e agentes de mercado, a WeCancer é outro negócio nascido de dores pessoais. Fã do mantra budista “Om mani padme hum”, ou “Da lama nasce a flor de lótus”, o cofundador e CEO César Filho decidiu levar o cuidado à casa das pessoas com câncer em 2014, quando perdeu a mãe, Cida — também apresentada no começo desta reportagem.

“Ela fazia tratamento no SUS, num daqueles excelentes hospitais públicos, mas precisava viajar cerca de 80 km entre Cataguases e Muriaé (cidades do interior mineiro) para realizar todos os procedimentos. Eu sofria sabendo o quanto aquelas viagens eram desgastantes”, recorda. No formato de aplicativo, o primeiro produto viável ficou pronto em 2016, mas o CNPJ só viria dois anos depois, após sociedade entre Filho e o cofundador Lorenzo Cartolano, que entrou com o know-how em administração e também tinha o câncer como causa da morte da mãe.

Desde 2018, a empresa está instalada na Eretz.bio, incubadora de startups do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, um dos líderes em tratamento e inovação do setor de saúde brasileiro. A instituição já rastreou e avaliou 2,3 mil healthtechs, incubou 150 e, atualmente, acelera 55. No ano passado, lançou um fundo próprio de corporate venture capital, que aplicará R$ 140 milhões em novas empresas até 2031.

Após aportes do próprio Einstein e da Vox Capital, fundo pioneiro em investimentos de impacto no País, a WeCancer atingiu faturamento de R$ 1,5 milhão em 2021. Eficiente no monitoramento a distância e na aproximação digital entre equipes de saúde e pacientes, a plataforma tem 11 clientes e quatro parcerias institucionais, Beneficência Portuguesa, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Instituto de Oncologia do Paraná, Pfizer, Bayer e Instituto Avon entre eles.

 

Fonte: Distrito Health Report

Cerca de 10 mil pacientes desses serviços e farmacêuticas, que moram em 26 estados distintos, estão cadastrados. Qualquer indivíduo, entretanto, pode baixar o app e acessar uma versão gratuita, que só não dá direito à linha personalizada de cuidados. “Temos uma equipe que tira dúvidas online gratuitamente. O que pudermos fazer para reduzir um pouquinho a desigualdade social do País, sem afetar a sustentabilidade do negócio, faremos”, diz César Filho.

O foco em oncologia, quando a maioria das healthtechs se volta a pacientes crônicos em geral, e o compromisso de construir ferramentas democráticas, que possam chegar a todos, são premissas da We-Cancer. Entre a audiência atual do aplicativo, 48% se tratam no SUS, 43% são mulheres com câncer de mama e a maior parte tem de 35 a 50 anos.

“As lideranças dos grandes grupos estão antenadas, querem entrar nesse mundo da saúde 4.0, mas o desafio é como levar essa empolgação até o técnico de enfermagem que atua na ponta”, avalia Filho. “O Brasil é um país continental, com diferenças de acesso à saúde gigantescas entre um estado e outro, uma cidade e outra. Existem muitos cantões que terão sua realidade transformada a partir da digitalização da saúde.”

À espera de um unicórnio

No mundo, 2.641 novas healthtechs surgiram em 2021, quando as empresas internacionais do setor captaram mais de US$ 55 bilhões. O ano foi aquecido também no Brasil, com 18 fusões ou aquisições concretizadas, o que aponta para uma aceleração da transformação digital nas grandes organizações e para o interesse na diversificação do portfólio de soluções. Dona da maior rodada de investimento de uma healthtech na América Latina, de US$ 127 milhões, a startup de planos de saúde Alice é uma das candidatas a virar o primeiro unicórnio brasileiro da área. No total, já captou cerca de US$ 175 milhões.

Fundada em 2019, a empresa opera apenas na cidade de São Paulo e atingiu 10 mil clientes individuais, 750 funcionários e receita de R$ 85 milhões por ano. O perfil de seu público são pessoas de 20 a 40 anos, digitalizadas e que querem se cuidar. A Alice afirma não ter uma rede credenciada e, sim, uma “comunidade de saúde” com aproximadamente 150 médicos especialistas, 14 hospitais e mais de 200 laboratórios para a realização de exames. Seus planos não exigem um CNPJ ou associação a alguma entidade de classe, algo novo no mercado. A penetração da categoria no País gira em torno de 23%, ou seja, existe muito terreno para avanço.

“Nascemos com a Covid-19 e acreditamos que é preciso reconstruir o sistema de saúde brasileiro no longo prazo, pelos próximos 10, 20 anos. Para isso, é preciso capital”, diz o CEO e cofundador André Florence. “Mas ainda vejo poucas healthtechs querendo remodelar o sistema. Há espaço, só que a maioria cria tecnologias para o sistema que já existe.”

Em julho, planos corporativos foram lançados, com ferramentas como o Score Magenta, índice individual proprietário, criado a partir de protocolos científicos. Mede níveis de alimentação, sono, atividade física, hábitos saudáveis, qualidade de vida e saúde mental, e a inteligência artificial da startup sugere um plano de ação. Para a empresa contratante, o score ajuda a identificar pontos de atenção, por meio de dados anonimizados. Na comunicação, o objetivo é não tratar a saúde como um tema pesado e tornar a Alice uma marca de lifestyle, “feita por pessoas normais para pessoas normais”, conta André, que vê a ausência de unicórnios da saúde no Brasil como uma questão de “escala de prioridade de investimentos”.

“Produtos com ticket médio baixo, de empresas como Uber, iFood, 99, as pessoas conseguem testar. Além de ser uma indústria mais complexa, a saúde trabalha com valores diferentes. Nossos planos partem de R$ 570 ao mês, para a faixa etária de 30 anos”, observa ele. “O setor de venture capital ainda está amadurecendo, e o foco hoje é no retorno.”

 

Conteúdo digital da startup de plano de saúde Alice

Conteúdo da startup de planos de saúde Alice, cotada para ser o primeiro unicórnio do setor no País (crédito: reprodução)

Fator pandemia

Além de três mil procedimentos disponíveis em 60 especialidades, entre consultas online e presenciais, coleta domiciliar, vacinas, odontologia, oftalmologia, fisioterapia, acupuntura, exames de todos os níveis de complexidade e cirurgias de baixa, o dr.consulta adicionou plano de saúde ao portfólio neste ano. Comercializado a partir de R$ 169, o produto é fruto de parceria com a cuidar.me — em dezembro passado, a empresa adquiriu 27,5% da healthtech. Desde sua fundação, em 2011, a rede recebeu cerca de US$ 144 milhões em aportes de investidores.

O que começou apenas com a oferta de consultas médicas expandiu para um ecossistema baseado numa plataforma tecnológica avançada, que combina inteligência artificial, análise de dados, modelos matemáticos e preditivos. Desenvolvido com médicos, o prontuário eletrônico usa algoritmos de decisão clínica e AI, que guiam a equipe durante a consulta, aumentando a eficiência do atendimento e a qualidade do diagnóstico. Todo o sistema de TI é proprietário e 13% da receita líquida, de R$ 310 milhões em 2021, vai para a área de pesquisa e desenvolvimento.

Com 820 funcionários e um corpo clínico de 1,2 mil médicos, que atuam em 31 centros de São Paulo e do Rio de Janeiro, o dr.consulta soma 4,5 milhões de clientes cadastrados e atende 107 mil pessoas por mês. A grande maioria está na faixa de 20 a 59 anos, mas há idosos e pacientes crônicos, com necessidade de acompanhamento frequente. Mulheres são mais de 60% do total, e a predominância é da classe C (44%), seguida pela B (38%).

Uma grande mudança no comportamento em relação à saúde, consequência da pandemia, abriu diversas oportunidades para inovar no setor, aponta Cristina Duclos, CMO do dr.consulta. “As pessoas ficaram preocupadas com a alimentação, a saúde mental, a prática de atividade física. Querem ir ao médico para cuidar da saúde, não apenas da doença. Há muitos problemas a serem resolvidos e tecnologia, inteligência artificial, coleta e análise de dados têm papel fundamental para solucionar esses desafios”, afirma.

Com apoio tecnológico, é possível ainda ser mais eficiente e escalável que as companhias tradicionais. “Somos uma das empresas de saúde que mais usam dados no Brasil, e isso nos permite criar linhas de cuidado para as doenças que mais atacam os brasileiros”, afirma, citando hipertensão, diabete, dores na coluna e depressão.

Segurança e economia

Mesmo em nichos, o impacto das inovações tecnológicas na indústria da saúde aparentemente não tem fim. A catarinense Anestech, por exemplo, desenvolveu um novo conceito de AIMS (Anesthesia Information Management System) voltado a promover cirurgias mais seguras aos pacientes, melhor fluxo de trabalho aos profissionais da área e gestão de recursos otimizada às instituições.

A partir de uma base de dados anonimizados, a startup roda técnicas de machine learning, criando uma consciência situacional e preditiva digital que forma, com o anestesiologista, o que chama de “binômio de inteligência aumentada no centro cirúrgico”. Em agosto, foi concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a patente de sua inteligência artificial, que interagirá com as equipes nas cirurgias, transformando dados em informação no momento certo, prevendo eventos e fornecendo insights.

 

Solução da Anestech

Solução da Anestech retirou 2,8 toneladas do mercado terciário de saúde em 2021 e meta é duplicar indicador neste exercício (crédito: divulgação)

Fundada em 2012, em Florianópolis, pelos médicos anestesiologistas Diogenes Silva e Leandro Nasciutti, a Anestech cresceu 114% no ano passado e tem 4.587 instituições de saúde como clientes, entre clínicas e hospitais. Com 48 funcionários, opera em todo o Brasil, e cidades da América Latina e de Portugal já acessam a versão gratuita da solução.

CEO da empresa, Diogenes se orgulha de ter retirado do mercado de saúde terciário 2,8 toneladas de papel em 2021. Apoiado por um sistema que conecta tecnologias de nuvem, mobile, machine learning e interoperabilidade de dados de devices médicos (Internet of Medical Things, IoMT), esse indicador será duplicado em 2022.

“Uma importante inovação que trouxemos é a adoção digital de uma classe médica inteira, pois anestesiologistas de boa parte do mundo continuam usando papel e caneta para registrar dados do momento mais crítico da saúde das pessoas — o cirúrgico. E isso independe da maturidade digital das instituições”, diz. A plataforma da startup está disponível gratuitamente para toda a iniciativa social e já foi usada por ONGs de ação cirúrgica, como a Operação Sorriso (Operation Smile), em missão em Honduras. Para Diogenes, um desafio do ecossistema no Brasil é ampliar o acesso da população às novas soluções.

“Basta analisar o histórico das aquisições por hospitais, clínicas, e onde foram feitos os investimentos de venture capital em empresas de inovação em saúde. Muito pouco desse movimento acontece focado na melhoria da assistência para os pacientes”, critica o empreendedor. “A maior parte do capital é destinada a controle de processos corporativos, financeiros, do RH e de insumos para faturamento.”

 

Joel Rennó Jr., CEO da Memed

Joel Rennó Jr., CEO da Memed: mais de 29 milhões de receitas digitais emitidas apenas no ano passado (crédito: divulgação)

 

Software para emitir receitas

Outro entrave para as inovações é o “arcabouço regulatório” que existe no País, como define Joel Rennó Jr., CEO da Memed, pioneira nacional em prescrições médicas digitais, com mais de 29 milhões de receitas emitidas apenas no ano passado. A ferramenta foi essencial para a expansão da telemedicina, a continuidade de atendimentos e a adesão a tratamentos nas fases mais graves da pandemia.

No Brasil, o crescimento das healthtechs tem sido impulsionado por dois fatores, analisa: a crise sanitária e a conscientização das autoridades e de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de que “nós temos que evoluir para permitir que as startups de saúde possam não só nascer, mas prosperar”.

A fragmentação da saúde e a interoperabilidade de dados também estão sendo discutidas por todo o setor, que busca soluções capazes de integrar sistemas. Dessa forma, serviços mais efetivos e personalizados poderão ser oferecidos à população.

Quando a Memed iniciou sua operação, em 2012, era um software para emissão de receitas. Uma década depois, a plataforma é usada por 60 mil médicos, impacta 2,2 milhões de pacientes por mês e reúne um banco de dados de medicamentos e exames com 60 mil itens cadastrados, que inclui monografias de drogas e alertas de interações medicamentosas. A digitalização ainda economiza anualmente 171 toneladas de papel, mostrando o potencial de inovações sustentáveis para a indústria da saúde.

A startup captou R$ 433 milhões em investimentos desde sua fundação — só em 2021, foram aportados R$ 400 milhões. Depois de saltar de 20 para 200 colaboradores nos últimos dois anos, a empresa investiu R$ 40 milhões para lançar, em julho, seu primeiro serviço 100% B2C. Integrada às principais redes de farmácias do país, a plataforma Memed+ permite compra direta de remédios e agendamento de exames, via prescrição digital, com alguns cliques.

 

Tatiana Pimenta, cofundadora e CEO da Vittude

“Levantar funding foi e é muito difícil no setor de saúde”, afirma Tatiana Pimenta, cofundadora e CEO da Vittude (crédito: divulgação)

 

Saúde mental

Existem duas eras para a saúde mental: antes e depois do início da pandemia. Só na primeira quinzena de quarentena no Brasil, de acordo com o Google Trends, houve aumento de 88% nas buscas por terapias online. Cofundadora e CEO da Vittude, Tatiana Pimenta recorda os primeiros passos da healthtech, nascida em 2016: grande desconhecimento do mercado, dúvidas sobre seu tamanho real, desconfiança na aderência de pacientes e profissionais.

“Levantar funding foi e é muito difícil no setor de saúde”, afirma, apontando fatores que beneficiaram o ecossistema nos últimos anos, casos da regulamentação da telemedicina e do crescimento da atenção às questões mentais. “No intervalo entre nossa fundação e o momento atual, o burnout foi declarado pela OMS um fenômeno ocupacional, em 2019, e uma doença ocupacional, em janeiro deste ano. O caminho é continuar demonstrando a importância de financiar e apostar em iniciativas de impacto positivo na saúde das pessoas”, afirma.

A operação era exclusivamente B2C até 2018, quando a Vittude ampliou seus serviços para o mundo corporativo. Atualmente, a startup atende mais de 170 clientes nessa vertical, como Grupo Boticário, Banco do Brasil, Telhanorte e L’Oréal. São beneficiados por suas soluções mais de 600 mil colaboradores de todas as classes sociais e faixas etárias. Já a plataforma de psicoterapia online, que registra 30 milhões de minutos da prática, pode ser acessada por qualquer um. Os valores começam em R$ 65 por sessão, e o público atingido é amplo: 55% moram em cidades com menos de um milhão de habitantes e 18%, fora do Brasil.

Há uma longa estrada pela frente para a saúde mental, na quebra de tabus, na desmistificação da psicoterapia e no amadurecimento da importância dada ao tema, diz Maíra Gracini, CRO (chief revenue officer) da Vittude. “Segundo a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do mundo, o segundo em percentual da população sofrendo com estresse e o quinto com mais diagnósticos de depressão”, enumera. “Queremos contribuir para melhorar esses índices.”

 

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